As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada – C.S. Lewis (Editora Martins Fontes)
Aventuras
a bordo
Enquanto Suzana e Pedro cumprem
os deveres da “vida adulta”, Edmundo e Lúcia estão encalhados na casa dos tios,
passando uns dias de férias e desejando ardentemente estarem em Nárnia. Lá,
eles se veem obrigados a suportar um primo mala chamado Eustáquio. Eustáquio é
um garoto arrogante, ambicioso e completamente descrente, em resumo, ele é um completo chato. Para Eustáquio, Nárnia é
apenas mera invenção da cabeça de Lúcia e Edmundo e, por isso, o garoto
desdenha dos primos.
No entanto, vai acontecer
o que Eustáquio menos espera. Através de um quadro pendurado na parede da casa,
no qual se vê pintado um navio em meio ao mar, as três crianças serão
transportadas à Nárnia. Os três acabam caindo no mar de Nárnia e são salvos
pela embarcação chamada O Peregrino da Alvorada, conduzida pelo, agora rei,
Caspian. Eles descobrem que Caspian e sua tripulação estão em uma missão para
encontrar os sete cavaleiros do seu pai, que saíram há anos em uma expedição
enviada pelo antigo rei Miraz.
A partir daí, vai ser uma
aventura atrás da outra. Seres invisíveis, magia, dragões, perigos, feiticeiros
e mistérios para resolver. Eustáquio vai ter que aprender a se tornar um bom
garoto, mesmo que seja da maneira mais dolorosa possível, além de ter que
acreditar em magia. Eustáquio vai ter que aprender a ter fé.
A leitura de A Viagem do Peregrino da Alvorada tem
seus altos e baixos, mas tem uma mensagem muita linda de transformação na história
de Eustáquio, além da velha analogia entre Aslam e o cristianismo. A história
pode ficar cansativa em alguns momentos, mas garanto que vale a pena chegar até
o final. Leitura recomendada!



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